Se você recebeu uma muda da Macboot, em alguma das milhares de ações com foco em sustentabilidade realizada em todo o Brasil, aqui você encontrará as informações necessárias para conhecer melhor a espécie desta muda e como deverá plantar.

A Macboot agrade a sua ajuda no desafio de melhorar o mundo em que vivemos através do respeito e preservação da natureza.

Vamos colorir o nosso planeta com mais verde!


Ipê-Amarelo

Nome Popular: Ipê-Amarelo
Família: Bignoniaceae
Nome Ciêntifico Tabebuia Alba
Origem: Brasil
Aspectos: O ipê-amarelo é uma espécie heliófita (Planta adaptada ao crescimento em ambiente aberto ou exposto à luz direta) e decídua (que perde as folhas em determinada época do ano).
Local: A espécie prefere solos úmidos, com drenagem lenta e geralmente não muito ondulados. É uma árvore do Cerrado, Cerradão e Mata Seca. Apresentando-se nos campos secos (savana gramíneo-lenhosa), próximo às escarpas.
Propriedades: Toda a árvore possui utilidade, a casca, entrecasca e a folha possuem propriedades medicinais que são utilizadas no tratamento de amidalites, estomatites, infecções renais, dermatites, varizes, pruridos, coceiras, eczemas e algumas doenças dos olhos. São também consideradas antidiarreicas, anti-inflamatórias, anti-infecciosas, antitumorais, febrífugas, analgésicas e cicatrizantes. Sua raiz é utilizada contra a gripe e seus brotos como depurativos e antisséptico. O ipê fornece ainda um corante amarelo, que é usado para a tintura.


Ipê-roxo

Nome popular: Ipê-roxo
Nome Científico: Handroanthus avellanedae
Família: Bignoniaceae
Origem: Brasil
Local: Os Ipês são árvores muito utilizadas no plantio em calçadas, por sua florada exuberante e também pelo fato de não causar danos a calçada.
Aspectos: Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos.
É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. 
No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. 
A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas.
Propriedades: Anticancerígeno


Pitangueira

Nome Popular: Pitangueira
Nome Científico: Eugenia uniflora
Família: Myrtaceae
Origem: Brasil
Local: A pitangueira adapta-se facilmente em solos situados em regiões de climas tropical ou temperado. Esta árvore atinge, em média, de 10 a 12 metros de altura.
Aspectos: É ornamental, podendo ser utilizada no paisagismo urbano, de jardins e pomares. Seus frutos são muito atrativos para a avifauna, peixes e alguns mamíferos. Também podem ser consumidos ao natural ou sob a forma de suco, doces, geléias e licores. Suas flores são melíferas. A madeira é empregada na confecção de cabos de ferramentas e outros instrumentos agrícolas. Na medicina popular suas folhas e frutos têm amplo uso: anti-diarréico, hipoglicemiante, diurético, antifebril e anti-reumático. O chá das folhas é indicado nas diarréias, verminoses e febres infantis. O extrato alcoólico das folhas pode ser usado no tratamento de bronquites, tosses, febres, ansiedade, hipertensão arterial e verminoses


Ipê – Branco

Nome Popular: Ipê – Branco
Nome Cientifico: Handroanthus roseo-alba
Família: Bignoniaceae
Origem: Brasil
Local: Espécie que pode ser plantada em praças, parques, jardins, ruas e avenidas.
Aspectos: A árvore é extremamente ornamental, não somente pelo exuberante florescimento que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas também pela folhagem densa de cor verde-azulada e forma piramidal da copa. É ótima para o paisagismo em geral, o que já é amplamente utilizada.
Propriedades: A casca, a entrecasca e folhas do Ipê possuem propriedades medicinais, sendo utilizadas no tratamento de: amidalites, estomatites, infecções renais, dermatites, varizes e algumas doenças dos olhos. Elas são reconhecidas também como: anti-diarreica, anti-inflamatória, anti-infecciosa, anti-tumoral, febrifuga e cicatrizante.


Saboneteira

Nome Popular: Saboneteira
Nome Cientifico: Sapindus saponaria
Família: Sapindaceae
Origem: Brasil
Local: Espécie que pode ser plantada em praças, parques, jardins.
Aspectos: A Sapindus saponaria é uma árvore de pequeno a médio porte bastante utilizada no paisagismo urbano e também em recuperação de áreas degradadas. O nome comum, Saboneteira, se dá em razão de os frutos da espécie possuírem uma substância (saponina) útil para a lavagem de tecidos. A dispersão das sementes muitas vezes se dá por morcegos, que apreciam os seus frutos.


Aroeira Verdadeira

Nome Popular: Aroeira Verdadeira
Nome Cientifico: Myracrodruon urundeuva M. Allemao
Família: Anacardiaceae.
Origem: Brasil
Local: Ocorre em terrenos secos e rochosos. Apresenta melitofilia como síndrome de polinização. Dispersão das sementes (frutos) pelo vento (anemocoria). Presente na lista de espécies ameaçadas de extinção da flora brasileira.
Propriedades: Cascas, folhas e raízes usadas contra inflamações de garganta, no tratamento de úlceras e como regulador menstrual. Madeira muito resistente, excelente para obras civis.


Aroeira Pimenteira

Nome Popular: Aroeira Pimenteira
Nome Cientifico: Schinus terebinthifolia
Família: Anacardiaceae.
Origem: América do Sul, Argentina, Brasil, Paraguai
Local: Planta pioneira, comum em beira de rios, córregos e várzeas, entretanto cresce também em terrenos secos e pobres. Os frutos são drupas globosas de coloração vermelho-brilhante muito apreciados pela avifauna e utilizados na culinária como condimento.
Propriedades: As frutas dessa árvore também têm um sabor apimentado, e são utilizadas em xaropes, vinagre e bebidas, ou são secas e moídas para um tempero substituto da pimenta. As demais partes dessa árvore também são aproveitadas, devido às suas propriedades medicinais – são encontrados, na planta, compostos como taninos, alcaloides, flavonoides, saponinas esteroides, esteróis, terpenos, e uma grande quantidade de óleo essencial.


Urucun

Nome Popular: Urucun
Nome Cientifico: Bixa orellana
Família: Bixaceae
Origem: Brasil
Local: Distribui-se naturalmente na floresta pluvial da região Amazônica até a Bahia, geralmente ao longo dos rios.
Propriedades: Estomáquica (favorece a digestão), tonificante do aparelho gastrointestinal, antidiarréica, antifebril (combate a febre), e antigripal.


Jacarandá

Nome Popular: Jacarandá
Nome Cientifico: Jacaranda mimosaefolia
Família: Bignoniaceae
Origem: América do Sul, Argentina
Local: Frequentemente plantada em espaços urbanos.
Propriedades: A infusão e tintura de flores, folhas e casca é utilizada oralmente para o tratamento da disenteria amebiana e outras doenças gastrintestinais agudas. Ele também atribuídas propriedades anti-séptico , anti-tumoral e antiespasmódico.


Caroba

Nome Popular: Caroba
Nome Cientifico: Jacaranda macrantha
Família: Bignoniaceae
Origem: Brasil
Local: Ocorre naturalmente nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
Propriedades: Adstringente, aperiente, cicatrizante, depurativo, diurético, emético, laxante, sudorífera, tônico.


Cerejeira

Nome Popular: Cerejeira
Nome Cientifico: Grumixama Preta
Família: Rosaceae
Origem: Brasil
Local: Floresta atlântica desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul.
Propriedades: Frutifica nos meses de outubro a dezembro. Os frutos são deliciosos para serem consumidos in-natura ou aproveitados para fazer sucos, doces, rechear bolos e sorvetes. A arvore é ornamental e ótima para arborização urbana e as flores são melíferas.


Ameixeira

Nome Popular: Ameixeira
Nome Cientifico: Prunos salicina
Família: Rosaceae
Origem: China
Local: Por ser uma árvore que se adapta bem a uma grande variedade de solos, é bastante utilizada como árvore frutífera em pomares ou simplesmente como espécies decorativas em parques.
Propriedades: Graças ao seu conteúdo em fibra (especialmente pectina), carboidratos, magnésio, sódio e potássio, a ameixa é laxativa, recomendada contra a prisão de ventre obstinada.


Goiabeira

Nome Popular: Goiabeira
Nome Cientifico: Psidium guajava
Família: Myrtaceae
Origem: América Central, América do Sul
Local: Natural da América do Sul, desde a Venezuela até o Rio de Janeiro. Ocorre na Mata Pluvial Atlântica, principalmente nas formações abertas dos solos úmidos.
Propriedades: A goiabeira é de grande ajuda na medicina popular, atuando como um simples analgésico até como auxílio no tratamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), tal como a candidíase. Graças a sua rica composição em vitaminas e minerais, a planta serve como auxílio no tratamento de problemas digestivos, pois evita a acidez durante o processo da digestão, evitando assim a diarreia. Ela possui ainda propriedades calmantes em sua composição o que a torna uma aliada no combate ao estresse diário e a ansiedade.


Pau – Formiga

Nome Popular: Pau – Formiga
Nome científico: Triplaris americana
Familia: Myrsinaceae
Aspectos: O pau-formiga é uma árvore tropical majestosa, que impressiona por seu porte e florada exuberantes. Sua copa tem formato colunar a piramidal, com tronco retilíneo, elegante e oco, abrigando formigas em seu interior, numa interessante relação de simbiose. A madeira é leve, de baixa densidade e a casca é cinzenta e levemente fissurada. A folhas são grandes, ovaladas, glabras, membranáceas e simples. Por ser uma espécie dióica (sexos separados), o pau-formiga apresenta indivíduos machos e fêmeas, que se diferenciam claramente durante a floração. As plantas femininas apresentam inflorescências eretas, com flores róseo-avermelhadas, vistosas, enquanto os machos têm inflorescências acinzentadas, afiladas, longas e pendentes. A floração ocorre no inverno e início da primavera e é bastante durável. Os frutos são do tipo aquênio, com cálice persistente e se disseminam pela ação do vento (heliófita).
Origem: América do Sul, Brasil, Paraguai.


Tipuana, Amendoim acácia

Nome Popular: Tipuana, Amendoim acácia
Nome científico: Tipuana tipu
Familia: Fabaceae
Aspectos: A tipuana é uma árvore decídua e florífera, de copa ampla e densa, que já foi largamente utilizada na arborização urbana tanto no Brasil como em outros países. Algumas cidades, como São Paulo e Porto Alegre, com certeza teriam uma paisagem bem diferente sem suas tão características tipuanas ladeando as ruas e parques. Seu tronco apresenta casca cinzenta escura, de superfície rugosa e fissurada, que é excelente para a fixação de plantas epífitas como orquídeas, bromélias e samambaias. As folhas são grandes, opostas, imparipinadas, compostas por numerosos folíolos oblongos e verdes. A floração ocorre no final do inverno e na primavera, despontando inflorescências em rácemos pendentes, axilares ou terminais, com numerosas flores alaranjadas com uma pequena mancha marrom na base, que lembram também as flores do pau-brasil, entre outras fabáceas. Os frutos são do tipo vagem, indeiscentes e alados.
Origem: América do Sul, Argentina e Bolívia.
Propriedades: Resistente à poluição urbana e ótima para sombreamento


Amoreira

Nome Popular: Amoreira
Nome Científico: Morus nigra
Familia: Moraceae
Aspectos: A amoreira é um árvore decídua, cujo fruto, a amora, é apreciado no mundo todo. Seu porte é médio, alcançando de 4 a 12 metros de altura. As folhas são simples, ovadas a cordiformes, cartáceas, de margens serrilhadas ou dentadas e recobertas por uma pilosidade que as torna ásperas ao toque. As mudas podem apresentar folhas lobadas. As inflorescências surgem no final do inverno e são do tipo espiga, pendentes, onde se reúnem flores brancas minúsculas. Os frutos são pequenos aquênios, carnosos e negros quando maduros, reunidos em infrutêscências.
Origem: Ásia
Propriedades: afecções da boca e garganta, problemas de estômago, problemas de intestino, antinflamatória, adstringente, antioxidante, cicatrizante, expectorante, emoliente, diurética
Partes Utilizadas: folhas, frutos, cascas


Hibisco

Nome Popular: Hibisco
Nome científico: Hibiscus sabdariffa
Familia: Malvaceae
Aspectos: O hibisco comestível (Hibiscus sabdariffa), pertencente à família botânica Malvaceae, é um arbusto anual, nativo dos continentes africano e asiático, e encontra-se distribuído nas regiões tropicais e subtropicais de ambos os hemisférios, tornando-se naturalizado em muitas áreas das Américas. Esta planta apresenta boa adaptação às condições brasileiras, uma vez que é encontrada em jardins residenciais nas várias regiões do Brasil; no entanto, não existem recomendações de cultivo nem estudos mais aprofundados sobre as suas substâncias bioativas.
Esta planta é conhecida popularmente no Brasil como hibisco, hibiscus, rosele(a), groselha, papoula, flor da jamaica, azedinha, quiabo azedo, caruru-azedo, caruru-da-guiné e quiabo-de-angola, além de receber outros nomes, como jamaica (Espanha e México), cardade (Italia), karkade (Arábia), roselle (Inglaterra) ou L’oiselle (França). Vale lembrar que este hibisco não é o hibisco ornamental (Hibiscus rosa-sinensis), tão comum nos jardins do Brasil, conhecido popularmente como hibisco, hibiscus, rosele(a), groselha, papoula, flor da jamaica, azedinha, quiabo azedo, caruru-azedo, caruru-da-guiné e quiabo-de-angola, além de receber outros nomes, como jamaica (Espanha e México), cardade (Italia), karkade (Arábia), roselle (Inglaterra) ou L’oiselle (França). Vale lembrar que este hibisco não é o hibisco ornamental (Hibiscus rosa-sinensis), tão comum nos jardins do Brasil, conhecido popularmente como hibisco-da-china ou rosa-sinensis.
Origem: África e Ásia
Propriedades: Os cálices do hibisco, durante muito tempo, foram utilizados na medicina popular para tratar hipertensão arterial, ganhando grande aceitação no tratamento de muitas doenças em quase todo o Brasil. No sul do México, a partir dos cálices secos desta planta, é preparada uma bebida popular que também é tradicionalmente utilizada pela população para o tratamento da obesidade. Da mesma forma, na Nigéria, o consumo de uma bebida preparada com os cálices do hibisco é elevado.
Estudos têm comprovado o uso do hibisco como agente diurético, uricosúrico, antimicrobiano, leve laxante, sedativo, anti-hipertensor, antitússico e também na diminuição dos níveis de lipídios totais, colesterol e triglicérides, no tratamento gastrointestinal e de pedra nos rins, assim como para tratar danos no fígado e efeitos da embriaguez. Mais recentemente, há indicativo de que o hibisco parece agir como antioxidante, antimutagênico, antitumoral e antileucêmic


Cana de Macaco

Nome Popular: Cana de Macaco
Nome cientifico: Costus spicatus
Familia: Zingiberaceae
Aspectos: Planta da família das Zingiberaceae, também conhecida como canarana, cana-do-brejo, cana-do-mato, cana-roxa, jacuacanga, paco-caatinga, periná, ubacaiá, cana-roxa-do-brejo, flor-da-paixão. Planta herbácea.
Haste ereta até 2 metros de altura, verde clara. Folhas espiraladas, invaginantes. Flores de cores diversas em espiga terminal.
Partes utilizadas: Rizomas, hastes e folhas frescas.
Origem: E nativa do Brasil, aparece em brejos.
Propriedades: Adstringente, antileucorreica, antimicrobiana, anti-inflamatório, antissifilítica, antilítica, depurativo, diurético, diaforético, emenagoga, emoliente, febrífugo, sudorífera, tônico.


Erva cidreira

Nome Popular: Erva cidreira
Nome científico: Melissa officiinalis
Familia: Lamiaceae
Aspectos: É uma planta baixa, delicada, nativa da região do Mediterrâneo, que exala um perfume de limão de suas folhas. Conhecida desde a Antiguidade por seu valor medicinal, unguentos com extrato de melissa ainda hoje são muito vendidos na Europa para o tratamento do herpes oral e genital.
No Brasil existem várias plantas conhecidas pelo nome comum de “erva-cidreira”, mas são de espécies diferentes. A Melissa officinalis é de fácil identificação por suas folhas de verde intenso, ovais, serrilhadas com nervuras salientes.
Parte utilizada: Folhas, ramos e flores.
Propridades: Tem uso clínico comprovado no tratamento sintomático do herpes labial. Na farmacopeia brasileira, é indicada para cólicas abdominais e como sedativo em quadros leves de ansiedade ou insônia.
Origem: Europa e Ásia


Capororoca

Nome Popular: Capororoca
Nome Científico: Rapanea ferruginea (Myrsinaceae).
Familia: Myrsinaceae
Aspectos: Espécie arbórea cm 6-12 m de altura e tronco com 30-40 cm de diâmetro. A copa estreita e rala é dotada de folhas alternas espiraladas, simples, lanceoladas a oblanceoladas, membranáceas e ferrugíneas. Suas flores são pequenas e pouco vistosas, de coloração creme e dispostas em inflorescências. Os frutos são drupas globosas, e negras, quando maduras.
Ocorrência: Ocorre naturalmente em todo o país, em quase todas as formações vegetais.
Propriedades: Seus frutos são avidamente consumidos por várias espécies de pássaros, o que torna recomendável para plantios mistos de áreas degradadas de preservação permanente.


Marinheiro

Marinheiro – (Licania kunthiana)
Ocorrência: Rio de Janeiro, São Paulo e Norte do Paraná, na floresta latifoliada semidecidua e em áreas abertas.
Características: Árvore de médio porte, 7 a 12 metros de altura. Folhas simples, lisas, 8 a 13 cm. Flores em cacho, claras, muito pequenas. Fruto redondo com pequena saliência na base, sempre de cor verde. Quando maduro fica com a polpa externa menos dura.
Propriedades: Melífera. Atrativa para a fauna. Quando bem maduro a polpa externa é doce e macia, comestível. Madeira aproveitável. Potencial para o paisagismo..

Época de floração e frutificação: Floresce em Setembro, frutos maduros em Janeiro.